Costuma-se considerar, equivocadamente, que o trabalho e o trabalhador são dados essenciais para a vida social e individual humanas. Tal concepção deriva do fato de que ao longo dos últimos cinco séculos, tanto capitalistas liberais de mercado como capitalistas de estado, os marxistas tradicionais, esses mais recentemente, endeusaram o trabalho e o trabalhador como tais. Assim é que se estabeleceu uma intencional confusão semântica e de conteúdo sobre o que seja a interação metabólica do homem com a natureza (Marx), ou seja, o dispêndio de nervos, músculos e cérebros no sentido da provisão do seu sustento individual e coletivo através da produção de bens e serviços indispensáveis à vida, com categorias capitalistas que dão sustentação ao modo de relação social que se consubstancia na produção de mercadorias (a forma-valor).
Mostrando postagens com marcador Marxismo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Marxismo. Mostrar todas as postagens
domingo, 25 de maio de 2014
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
O valor é acumulação subtrativa que não admite justa distribuição
O valor é um dragão insaciável em crescimento constante que precisa ser alimentado cada vez mais com mais alimentos, sacrificando os seus submissos, temerosos e desesperados súditos, que assim se privam dos próprios alimentos para mantê-lo vivo até o limite final de um ou dos outros. Estamos, agora, chegando ao limite máximo da capacidade de alimentação desse dragão, o que nos coloca diante do seguinte dilema: ou acabamos com ele ou ele acaba conosco.
Marcadores:
Forma-Valor,
Mais-Valia,
Marxismo
Assinar:
Postagens (Atom)